quarta-feira, 5 de junho de 2013

Em vez de criticar a crítica de Júlio Severo aos presbiterianos da IPB, precisamos transformar estas críticas em ações para aprimorar a IPB como igreja genuinamente reformada, calvinista, evangélica, ortodoxa e conservadora biblicamente. Prof. Luis Cavalcante - Presbítero da Igreja Presbiteriana de Osasco.


Em vez de criticar a crítica de Júlio Severo aos presbiterianos da IPB, precisamos transformar estas críticas para aprimorar a IPB como igreja genuinamente reformada, calvinista, evangélica, ortodoxa e conservadora biblicamente.

Infelizmente, a ameaça teológica-liberal é uma ameaça constante na IPB, e, em qualquer igreja evangélica e conservadora.

Algumas críticas de Júlio Severo são por não conhecer o "sistema presbiteriano de governo", e, “nivelar todos os presbiterianos da IPB” e desconhecer a luta que o atual presidente do Supremo Concílio Rev. Roberto Brasileiro para construir uma IPB Bíblica e antiliberal. Porém, as suas “críticas construtivas” (de alguém fora da IPB) não invalidam a sua análise de temos um "liberal" como Marcos Amaral, presidente do Presbitério de Jacarepaguá e Sínodo de Guanabara. Como presbiteriano conservador e calvinista, além da fragilidade deste "pastor liberal", vejo um mal maior, um Presbitério e Sínodo Presbiteriano inconsistente, aberto e influenciável à "teologia terrena e demoníaca do liberalismo", uma vez que, quem elege o presidente, são pastores (membros natos do presbitério) e presbíteros eleitos pelas respectivas igrejas. Quantos pastores e presbíteros inconsistentes? http://presbiteropresbiteriano.blogspot.com / http://homempresbiteriano.blogspot.com

Vejo as críticas ao Rev. Augustus Nicodemus como injustas, uma vez, que seu trabalho, como teólogo, escritor, pensador, pastor e ex-chanceler da IPB/Mackenzie, têm sido na luta por igrejas instituições da IPB, verdadeiramente bíblicas, reformadas e conservadoras. Se não foi mais e melhor, a culpa é do Supremo Concílio que se "acovardou" diante de muitas lutas e desafios principalmente no Mackenzie.

São injustas as críticas ao Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper - CPAJ/Mackenzie. Por não ser um pastor presbiteriano bíblico, reformado e calvinista consistente (antiliberal), o pastor Marcos Amaral não conseguiria  dar aulas no CPAJ. É marca sine qua non do CPAJ a sua defesa teológica bíblica e conservadora do Cristianismo.

De qualquer maneira, as criticas de Júlio Severo deve ser consideradas, uma vez, que a teologia liberal, que é extremamente "terrena e maligna", e, estar nas portas da IPB, e já entrou no passado, causou danos terríveis, e ainda não "fomos libertados 100%", não rompemos com a maçonaria, como deveria, em todas as dimensões, e, o liberalismo têm encontrado espaços em alguns Presbitérios e Sínodos.

Acordemos, nenhuma igreja é imune à destruição da "teologia liberal e suas variáveis perniciosas e malignas - teologia feminista, teologia da libertação, nova hermenêutica, e ...". O diabo e seus demônios não dormem e não tiram férias!


Prof. Luis Cavalcante - Presbítero da Igreja Presbiteriana de Osasco. Coordenador do ICEC - Instituto de Cultura e Educação Calvinista. Economista e cursou mestrado em ciências da religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie com foco em epistemologia e hermenêutica calvinista e Herman Dooyeweerd. http://cultura-calvinista.blogspot.com  / http://partidocalvinista.blogspot.com



O feitiço do sucesso: Rev. Marcos Amaral, IPB, Globo e ONU
Julio Severo
A Caminhada Presbiteriana pela Cidadania, realizada em Copacabana em 12 de agosto de 2012, foi um sucesso. A TV Globo estava lá numa surpreendente demonstração de apoio, dando cobertura antes, durante e depois do evento. Outras mídias do Rio de Janeiro também mostraram sua presença.

O pastor queridinho da Globo

O que atraiu a imprensa foi o organizador da Caminhada Presbiteriana pela Cidadania, o Rev. Marcos Amaral. Sua relação amigável com a mídia, especialmente a Globo, não é de hoje. Em 2011, ele foi entrevistado pelo jornal Extra, da Globo. Foi uma das entrevistas mais amistosas que já vi. A Globo o tratou com o máximo respeito e consideração. Depois, a Globo o elevou a um destaque maior: colocou-o como convidado especial do programa Amor& Sexo.
Nunca foi do feitio da Globo fazer entrevistas amistosas com pastores. Na década de 1970, num programa do Fantástico, a Globo entrevistou grandes pastores evangélicos da época, inclusive Billy Graham, Pat Robertson e Rex Humbard. Nenhum dos três foi poupado de críticas e ataques. A única entrevista amistosa nesse programa foi com um pastor presbiteriano esquerdista, que se uniu a Globo no ataque a Graham, Robertson e Humbard.
Se o segredo do sucesso na Globo é ser esquerdista, Marcos Amaral achou o pote de ouro! Em março deste ano, ele participou de uma manifestação contra o Dep. Marco Feliciano. A manifestação contou com a presença de Jean Wyllys e de vários outros políticos e artistas esquerdistas. Na manifestação também esteve o pai-de-santo Ivanir dos Santos.
Se Amaral queria os holofotes da mídia, ele conseguiu.
Em abril, seus sentimentos esquerdistas foram mais longe, ao expressar que se fosse Deus, Amaral preferiria um derrame para Marco Feliciano e vida longa para o ditador comunista Hugo Chávez.
Falando exatamente o que todo esquerdista, inclusive a Globo, quer ouvir, Amaral só garantiu mais holofotes para seus eventos, inclusive a Caminhada Presbiteriana pela Cidadania.
E garantiu também pelo menos 100 mil reais para a passeata! Essa enorme verba foi aprovada pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana (IPB) para a Caminhada Presbiteriana pela Cidadania de 2013.

Meta: Aproximar as marcas Mackenzie e IPB

O apoio oficial da IPB para a Caminhada Presbiteriana pela Cidadania foi “decisivo,” conforme seus documentos, que também apontam os supostos benefícios dessa passeata, inclusive:
* Aproximar as marcas IPB e Mackenzie, para conscientizar a igreja e a sociedade fluminense de que Mackenzie é IPB.
* Buscar maior visibilidade da IPB na sociedade.
De acordo com a explicação oficial da liderança da IPB, o evento encabeçado por Marcos Amaral foi importante para “aproximar a marca Mackenzie das igrejas do Rio de Janeiro, levando-as a compreender que o Mackenzie é da igreja.”

Rev. Marcos Amaral no Mackenzie e Roberto Brasileiro junto.
Mas é preciso pagar um preço tão caro para dar visibilidade ao Mackenzie e à IPB? Já não bastam as visibilidades recentes do Mackenzie, devido às decisões questionáveis de seu ex-chanceler?
Se um dos propósitos principais da passeata dirigida por Amaral era ajudar o Mackenzie, onde fica a papel do Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper, com seus vários professores de teologia?
Estariam os teólogos do Centro Andrew Jumper do Mackenzie sem condições de aplicar princípios apologéticos aos erros grosseiros de um líder da IPB só porque ele é o queridinho da Globo? Não havia um único teólogo para colocar em prática sua cosmovisão reformada para confrontar as atividades politicamente corretas de Amaral?
Documento oficial da IPB
Na passeata de Amaral, estavam não somente igrejas presbiterianas, mas também líderes da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, inclusive o pai-de-santo Ivanir dos Santos, que garantiu: “A Caminhada não é um movimento religioso, mas pela cidadania e, sendo assim, todos os religiosos e não religiosos que têm a consciência de um mundo melhor devem comparecer.”
A Caminhada Presbiteriana pela Cidadania foi destaque no site da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), onde o pai-de-santo e Amaral são membros atuantes.
Pai-de-santo Ivanir dos Santos
Mas parece que não é só Amaral que está atrás de visibilidade. Com que objetivo sua denominação, a Igreja Presbiteriana do Brasil, apoiaria oficialmente a Caminhada Presbiteriana pela Cidadania?
Se a IPB e o Mackenzie queriam uma maior aproximação e visibilidade, por que usar o evento de um pastor polêmico, amigo das esquerdas e aliado de pais-de-santo em campanhas governamentais supostamente anti-preconceito?

Por que os que criticam a Marcha para Jesus poupam a passeata politicamente correta de Amaral?

Augustus Nicodemus, que era chanceler do Mackenzie na época das passeatas de Amaral, chegou a criticar a “teologia” da Marcha para Jesus. Alguns de seus companheiros teológicos, inclusive Renato Vargens, também criticaram a Marcha para Jesus, mas foi refutado pelo artigo “Marcha para Jesus atrai 5 milhões de pessoas e incomoda críticos.” Contudo, nenhum deles criticou a passeata de Amaral. A estranha teologia de Amaral, que abraça a ideologia esquerdista, não mereceria ser criticada por alguém do calibre teológico de Nicodemus? Por que ele gastou sua preciosa pena com problemas alheios se o caso de Amaral, no seu próprio quintal, era e é de gravidade imensamente maior?
Nicodemus é conhecido por atacar o liberalismo teológico. E o que o Rev. Marcos Amaral faz não é isso? Misturar causas patentemente esquerdistas não é liberalismo teológico? Meu recente livro, que está neste link (http://bit.ly/141G7JH), explica as raízes desse grave problema na IPB.
Não sou contra Marchas para Jesus, nem contra marchas presbiterianas, ou luteranas, ou batistas, ou assembleianas, etc.
Mas se havia, na opinião de Nicodemus, problemas na Marcha para Jesus que deveriam ser confrontados, por que não confrontar também os vários problemas ligados à Caminhada Presbiteriana pela Cidadania liderada pelo polêmico líder esquerdista Marcos Amaral? Qual é a justificativa teológica para se criticar a Marcha para Jesus e poupar a passeata de Amaral?
Eu não precisaria escrever este artigo se um homem como Nicodemus, que estava na liderança teológica do Mackenzie, tivesse tratado antes desse gravíssimo problema. Tão grave que o que me levou a tratar disso foi o apelo de presbiterianos inconformados do Rio de Janeiro. Este texto, pois, é minha contribuição ao pedido desses presbiterianos que, em seu sofrimento e gemidos, fizeram contato comigo.
Talvez se a Caminhada Presbiteriana pela Cidadania fosse liderada por outro pastor presbiteriano, o foco poderia ser exclusivamente evangelístico. Mas com Amaral na liderança, as metas foram muito mais do que só evangelísticas. E grandes líderes presbiterianos embarcaram na estranha canoa teológica de Amaral.

Do jeito que a ONU gosta

Conforme apontou muito bem o blog Ministério Cristão Apologético (MCA), de direção presbiteriana, o próprio site da Caminhada Presbiteriana pela Cidadania usou linguagem da ONU para descrever sua essência:
“[Os presbiterianos] a partir dessa caminhada, a ampliação de seu diálogo com a sociedade civil, tendo como base os valores cristãos: erradicar a extrema pobreza e a fome; atingir o ensino básico universal; promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde materna; combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças; garantir a sustentabilidade ambiental e estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.”
De acordo com reportagem da Globo, a presença dos presbiterianos no evento de Amaral manifestará “a importância da igreja (IPB) como defensora da cidadania e seu alinhamento com as metas da ONU para a construção de um mundo melhor, que a igreja compreende estarem de acordo com os ideais cristãos…”
Esse alinhamento com a ONU produz dois resultados completamente antagônicos: aplausos da mídia esquerdista e conflito com o que a Bíblia ensina.
Se não há comunhão entre luz e trevas, que comunhão há entre a igreja e a ONU, que é esquerdista e estimuladora de uma agenda pró-aborto e pró-homossexualismo impositiva que põe em risco a cultura e as leis pró-família de vários países?
É inegável que a ONU está trabalhando para estabelecer um governo mundial no qual a fé cristã seja reduzida a bobos ativismos políticos progressistas que só servem para fortalecer os planos globalistas. Com um centro de estudos teológicos e vários teólogos ao seu dispor, será que o Mackenzie, que quer ser conhecido na sociedade como entidade da IPB, não conseguiu ver esses erros grotescos? Ou preferiram ver apenas a aparência de anjo de luz?
A Globo, em reportagem favorável à Caminhada Presbiteriana pela Cidadania, destacou declaração de Amaral, que disse:         
“Todos que estão comprometidos com a construção de um mundo melhor são nossos convidados, religiosos ou não. O que desejamos é uma grande parceria na busca incansável por justiça, verdade, solidariedade e igualdade. Estendemos oficialmente nosso convite ao Prefeito de nossa cidade, ao Governador do Estado do Rio de Janeiro, ao Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, bem como à ABI, OAB, a todas as igrejas protestantes e históricas e a tantas outras entidades representantes das variadas áreas da sociedade civil.”
A Globo, numa demonstração de simpatia fenomenal, chegou ao ponto de divulgar, em sua reportagem, o email e telefone de Amaral para contato.
A Globo faz, pela marchinha politicamente correta de Amaral, o que nunca fez pela Marcha para Jesus. Aliás, por mais que a Marcha para Jesus atraia centenas de milhares de pessoas, a Globo sempre dá preferência para as paradas gays e agora também para as passeatas de Amaral, com seu número muito menor de participantes.

Marcos Amaral: um líder importante na IPB

Entretanto, não é somente na Globo que Amaral tem destaque. Dentro da Igreja Presbiteriana do Brasil, ele ocupa importantes cargos. Ele é presidente do Presbitério de Jacarepaguá e presidente do Sínodo de Guanabara.
“Ao vermos a sociedade levantar a bandeira contra a intolerância, ao vermos a ONU mandar emissários ao Brasil e receber relatório concluindo, após investigação sistemática que, das treze maiores capitais brasileiras pesquisadas, todas apresentam sinais de intolerância religiosa, diante do que, conclui o relatório entregue a ONU: É o Brasil é um país intolerante e os evangélicos estão na base desse grave problema social, político e ético; concluímos que nós presbiterianos somos intolerantes quando não levantamos a nossa voz para dizer à sociedade brasileira que não concordamos com a intolerância e que nosso olhar cristão não se alinha com tais práticas… Nesse momento a ONU conclui que 2/3 dos conflitos no mundo, têm em sua base a intolerância religiosa. O que ganharia a IPB? Seria reconhecida como única igreja brasileira, e verdadeiramente protestante, capaz de transparecer alinhamento ético com tema de tal relevância, e isso não é pouca coisa.”
A verba de 100 mil reais da IPB para o evento de Amaral neste ano mostra que a IPB gostou do que viu na Caminhada Presbiteriana pela Cidadania, e quer ver mais.

Um pastor ajudando as metas de um pai-de-santo

Pr. Marcos Amaral
Amaral já relatou que a existência da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) se tornou fundamental depois que comissários da ONU visitaram o Brasil e constataram que existe intolerância contra as religiões afro-brasileiras. Na verdade, essa visita ocorreu depois que o pai-de-santo Ivanir dos Santos esteve, com o patrocínio na época do governo Lula, na ONU para denunciar as igrejas evangélicas.
O primeiro caso tratado pela CCIR envolveu um pastor da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Trabalhadores da Última Hora em 2008. Segundo denúncia do meu blog na época:
“No Rio, um pastor pentecostal negro levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão.”
Pr. Isaías da Silva Andrade
Mesmo assim, o Rev. Marcos Amaral justifica sua presença numa entidade que começou perseguindo um pastor pentecostal negro que foi um instrumento de Deus na libertação de um criminoso escravizado a espíritos demoníacos.
Querendo ou não, a passeata presbiteriana liderada por Amaral está avançando os interesses da ONU, do governo petista e dos grupos afro-brasileiros e sua meta de perseguir homens como o pastor assembleiano negro que não teve medo de confrontar forças espirituais do mal. Com uma passeata que promete visibilidade e holofote para a IPB e para o Mackenzie, ele deixou os líderes presbiterianos emudecidos, impotentes para tratar sua passeata com a mesma histeria teológica tão patente quando o assunto é Marcha para Jesus.
O preço da visibilidade é o silêncio dos teólogos e doutores?
É hora de colocar os interesses denominacionais particulares de lado e ver a marcha de Amaral na dura realidade que é: uma afronta ao Evangelho, um sinal claro de que uma importante denominação protestante brasileira está sucumbindo diante da agenda globalista da ONU, e um afago nos piores inimigos da Igreja e dos valores cristãos.
Usar a apologética apenas contra líderes e eventos de outras denominações, mas fazer vista grossa a eventos liberais no próprio quintal, é transformar a apologética em instrumento de maldade.
É constrangedor para toda a Igreja brasileira que Nicodemus e outros teólogos reformados ligados ao Mackenzie tenham usado suas armas “apologéticas” contra a Marcha para Jesus, mas tenham optado por abaixá-las a fim de assumirem a postura do silêncio vergonhoso enquanto o Rev. Marcos Amaral conduz presbiterianos, acompanhados de pais-de-santo, na marcha progressista para um alinhamento com a ONU.
Se até Satanás pode se transformar em anjo de luz, o que dizer da ONU e sua agenda abortista, homossexualista e anticristã?
É certo que Amaral está sob o feitiço do sucesso global e mundano.
Mas será só ele?
Que tipo de feitiço levou a cúpula da IPB a investir mais 100 mil reais na passeata de Amaral?
Que tipo de feitiço está impedindo os teólogos da IPB de ver e tratar esse “sucesso” como afronta ao Evangelho?
Com informações do blog presbiteriano Ministério Cristão Apologético.
Leitura recomendada:

Nenhum comentário:

Postar um comentário